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Notícias:
07 de Maio de 2008
Uría
Ménendez destaca-se nas fusões e aquisições
As sociedades de advogados espanholas e inglesas dominaram
entre Janeiro e Março o mercado ibérico de fusões e aquisições.
Depois do fracasso das grandes OPA à PT, BCP e BPI, em 2007, as
sociedades portuguesas estão afastadas do ‘top 10’ das grandes
operações nesta área.
Tendo em conta o valor dos negócios, as sociedades portuguesas
não figuram sequer no ranking, sendo que a única sociedade de
capitais exclusivamente nacionais referida é a PLMJ, que ocupa o
11º lugar da tabela dos processos assessorados, com duas
operações concretizadas entre Janeiro e Março, no valor de 107
milhões de euros. Um número muito aquém da Uría Ménendez, que
lidera tanto a tabela dos valores (com 1.1561 milhões de euros)
como o do número de operações - nove. Para esta liderança da
sociedade muito terá contribuído a OPA lançada pelo ‘Investment
Corporation of Dubai’ à Inmobiliaria Colonial SA, no valor de
8.947 milhões de euros, assessorada pela sociedade espanhola e
pela britânica Allen & Overy.
Segundo os últimos dados divulgados pela Mergermarket (um
serviço de inteligência independente de M&A), no ‘top20’ do
mercado ibérico de Fusões e Aquisições já atingiu este ano cerca
de 47 milhões de euros.
A parceria da Gonçalves Pereira, Castelo Branco com a espanhola
Cuatrecasas garante à sociedade de Manuel Castelo Branco o 10º
lugar na tabela por volume de negócios (427 milhões de euros),
estando envolvida em oito processos de M&A, o que lhe garante o
3º lugar no volume de negócios.
Com presença de sucursais em Portugal, destaque ainda para a
espanhola Garrigues, envolvida em quatro operações, no valor de
682 milhões de euros. E também para a britânica Linklaters,
liderada em Portugal por Jorge Bleck, responsável por dois
processos, no valor de 630 milhões de euros.
Uría Lidera
A sociedade espanhola Uría Ménendez ocupa o 1º lugar do
ranking ibérico de fusões e aquisições.
PLMJ
A sociedade de Júdice (na foto) é a única de capitais
unicamente nacionais citada, com duas operações.
VdA
integra equipa de assessoria na Madeira
Desde Setembro de 2007 que uma equipa formada pela Vieira de
Almeida, o Banco Espírito Santo de Investimento, a Workx e a
Estereofoto, está a assessorar a Região Autónoma da Madeira, num
um conjunto de serviços de apoio técnico e de consultadoria para
a identificação, regularização, e avaliação dos activos
imobiliários daquela Região.
Abreu
Advogados assessora CEPSA na aquisição da TOTAL
A Abreu Advogados (que tem como sócia Carmo Sousa Machado,
na foto) assessorou a CEPSA na aquisição da TOTAL Portuguesa. Um
processo que durou vários meses e envolveu a participação de uma
extensa equipa da Abreu Advogados, liderada pelo sócio José
Maria Corrêa de Sampaio.
30 de Abril de
2008
Vieira de
Almeida inaugura serviço “Sucursal na Hora”
A VdA participou na abertura do novo serviço do Governo
“Sucursal na Hora”, que permite a uma sociedade estrangeira
criar uma sucursal em Portugal num único dia. Com a coordenação
de José Manuel Barbosa foi constituída a primeira sucursal na
hora de uma instituição de crédito do banco suíço Hyposwiss
Private Bank Géneve, S.A.
PLMJ fecha
operação de 225 milhões de euros em Angola
A Parceria PLMJ/MG Advogados em Angola assessorou uma
operação de financiamento do Deutsche Bank (na foto) ao Estado
angolano no valor de 225 milhões de euros. Da parte da PLMJ esta
operação foi coordenada por Luís Miguel Nunes. Os serviços
locais foram assegurados por Manuel Gonçalves, fundador da MG
Advogados em Angola.
Evolução das
regras do IVA na Associação Fiscal Portuguesa
Mário Manuel Braz, da PricewaterhouseCoopers (PwC) e membro
da Global Finantial Services Network é o orador da próxima
conferência da Associação Fiscal Portuguesa, hoje na Associação
Comercial de Lisboa. “A evolução das regras do IVA nas operações
financeiras e de seguros” é o tema central do debate.
Garrigues
entre as nomeadas para o European Tax Award
A sociedade de advogados Garrigues está nomeada para o
Prémio da International Tax Review – European Tax Award. Um
galardão destinado aos departamentos de fiscalidade. O nome da
Garrigues surge numa ‘shortlist’ europeia, onde estão também a
Abreu Advogados, a GPCB, a Linklaters, a PLMJ, a Vieira de
Almeida e a auditora Deloitte.
Albuquerque
presta apoio jurídico em negócio da CUF
A Albuquerque & Associados prestou assessoria jurídica na
operação de alienação do negócio de adubos da CUF à empresa
espanhola Fertiberia. A operação foi assessorada pela
Albuquerque, numa equipa liderada pelo sócio António Raimundo. A
operação permite à CUF valorizar os seus activos, concentrando a
actividade na área dos químicos industriais.
23 de Abril de
2008
VdA na
‘shortlist’ dos European Tax Awards
A Vieira de Almeida foi nomeada para a shortlist das firmas
de advogados candidatas ao International Tax Review’s fourth
annual European Tax Awards. No dia 22 de Maio será conhecido o
nome da firma vencedora. Esta nomeação surge na sequência da
designação da VdA no Tier 1 do rankingWorld Tax desta
prestigiada publicação
Rui Pena à
frente do Instituto Sociedades de Advogados
Rui Pena (na foto), sócio da Rui Pena, Arnaut & Associados
tomou posse como presidente do Instituto das Sociedades de
Advogados, cargo que ocupa desde 2006. O momento foi presidido
pelo Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto. Rui Pena
quer “um papel activo” sobre temas como compatibilidades,
publicidade, deontologia”, entre outros.
16 de Abril de
2008
VdA quarta
firma no ‘ranking’ mundial de Project Finance
A Vieira de Almeida (VdA), ficou no quarto lugar do ranking
mundial das firmas de advogados de Project Finance, no primeiro
trimestre 2008. Esta tabela é elaborada pela Dealogic Project
Finance Review. A Vda assessorou a Brisa
no projecto da auto-estrada do Douro Litoral, transacção
considerada a quinta maior a nível mundial pela publicação.
Miranda em
Angola para falar de ‘Corporate Governance’
Agostinho Pereira de Miranda, Sócio Presidente da Miranda
Correia Amendoeira & Associados, participou na conferência
internacional “Liderança e Gestão do Risco no Corporate
Governance”, em Luanda. Perante políticos e empresários, o
advogado português falou sobre os “Novos Modelos Jurídicos de
Governo Societário”.
As
consequências do novo código de contratação pública
“É um código em contraciclo, não é um código simplex. Dominado
por uma obsessão de tudo regular e com disposições de
enormíssima dificuldade interpretativa. Tem uma boa técnica
jurídica, mas é um campo fértil para nova litigância.” Paulo
Pinheiro - Sócio da VdA
“É um documento
tecnicamente sofisticado. Mas tem um campo de aplicação complexo
e uma inadequação aos entes públicos menores, contribuindo com
uma complexificação, o que não quer dizer que não garanta a
transparência”. Paulo Rangel - Sócio da GPCB
“Este código
vai exigir uma grande preparação técnica dos seus aplicadores.
Está redigido de maneira difícil, com remissões sucessivas. Mas
é de louvar o esforço de compilação de legislação avulsa e de
harmonização de algumas questões”. Cecília Anacoreta Correia
- Associada da Abreu Advogados
”Estamos a
assistir a um marco histórico no direito administrativo, com a
uniformização num único diploma de vários dispersos. O código
também visa o controlo das contas públicas e aí acho que terá
efeitos positivos.” Guerra de almeida - Associado da
Miranda
Simmons &
Simmons discute Direito do Trabalho
A Simmons & Simmons Rebelo de Sousa organiza, no próximo dia
17 de Abril, uma acção de formação dedicada ao tema “Direito do
Trabalho”. Com as questões legais dos contratos de trabalho a
marcarem a actualidade, a Simmons pretende abordar os principais
desafios, através de casos práticos, que estas leis enfrentam.
Entrevista a
João Amaral - Advogado da Sérvulo
João Amaral ajudou o Governo no desenho das novas regras e
destaca a transparência que o código trás no anúncio público dos
contemplados nos ajustes directos.
Em que medida o novo código de contratação pública simplifica
os processos ?
O código conseguiu reduzir bastante as formalidades, por
exemplo, o acto público naquela sessão meio solene em que há um
júri a abrir propostas seladas. Isso desaparece. A maior parte
desses papéis eram destinados a aferir da habilitação dos
concorrentes, se tinham a segurança especial em dia, se não
deviam impostos ao Estado, registos criminais limpos.
Onde existem normalmente derrapagens?
Nas empreitadas de obras públicas. Mas também aqui haverá uma
novidade. Se for preciso fazer mais obras do que estava
inicialmente previsto, este código diz que são os concorrentes
que têm de os detectar na fase de concurso (a não ser os que não
é possível prever).
É uma forma de tornar os custos mais transparentes? A
transparência não é num problema de custos, mas de saber a quem
são adjudicados os ajustes directos.
O que muda nos ajustes directos?
O código diz que o ajuste directo é dado a quem se quiser, de
acordo com os limites comunitários. Com duas novidades. Por um
lado, não é possível entregar à mesma empresa durante três anos
o mesmo tipo de serviços. Por outro lado, não pode haver nenhum
ajuste directo em que o contrato seja pago sem antes estar
publicado na internet uma ficha desse ajuste directo. Estes
contratos não têm nada de ilícito, mas passa a haver uma certa
pressão que tem a ver com a informação que as entidades têm de
dar. Sendo que só pode haver pagamentos depois de estarem
publicadas todas as informações sobre o ajuste.
PLMJ lidera
em oito áreas
A PLMJ é a grande vencedora do último ranking do directório
da Practical Law Company ‘Which Lawyer 2008’ para o mercado
jurídico em Portugal. A sociedade de advogados de José Miguel
Júdice é considerada líder em oito áreas de direito das 13
analisadas pela publicação britânica, contando com as melhores
recomendações em quse todas elas, com excepção do direito do
ambiente, onde a liderança é atribuída à Abreu Advogados.
Em segundo lugar surge a Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da
Silva, líder em sete áreas do direito, seguida da Vieira de
Almeida líder em direito bancário e financeiro e em direito da
concorrência.
Os lugares de topo continuam assim nas mãos das sociedades
exclusivamente portuguesas, que mantêm a liderança em
praticamente todas as áreas do direito em Portugal, apesar da
entrada no mercado de várias sociedades de renome internacional.
Em quarto lugar está a Gonçalves Pereira, Castelo Branco, que
apesar de nacional mantêm uma ligação permanente à espanhola
Cuatrecasas. A sociedade de André Gonçalves Pereira não obtêm
nenhuma distinção de firma líder, mas está altamente recomendada
para as áreas de fusões e aquisições, contencioso, laboral e
fiscal.
Os lugares seguintes são ocupados pelas sucursais em Lisboa da
Linklaters e da Uría Menéndez. Os espanhóis são mesmo
considerados líderes na área de imobiliário.
Depois de ter ultrapassado a cisão com Pedro Cardigos dos Reis,
a sociedade Abreu Advogados consolidou a sua actividade com a
incorporação de três outras sociedades: PACSA, Lusojurist e
Chastre & Associados, atingindo o top 5, com 120 advogados, dos
quais 24 são sócios. A Abreu é a única firma portuguesa
distinguida como líder na área do ambiente, sendo também
altamente recomendada em mercado de capitais e fiscal.
Também distinguida é a Simmons & Simmons Rebelo de Sousa,
considerada líder em direito do trabalho.
09 de Abril de
2008
Raposo
Bernardo contrata especialista em energia
A Raposo Bernardo & Associados contratou um especialista em
questões energéticas. Bruno Azevedo Rodrigues vai coordenar o
departamento de Energia, Utilities e Ambiente da sociedade,
depois de ter estado no departamento de energias Renováveis da
Miranda Correia Amendoeira. O advogado foi ainda responsável do
departamento jurídico da Enersis.
GPCB
incorpora sociedade de advogados Almeida Sampaio
A Gonçalves Pereira, Castelo Branco incorporou estemês a
Sociedade Almeida Sampaio & Associados, reforçando o
Departamento de Propriedade Intelectual, Direito dosMedia eNovas
Tecnologias. A sociedade agora extinta foi undada nos anos 70.
Quatro advogados vão, agora, integrar a GPCB.
Banca e
energia reforçam Simmons Rebelo de Sousa
A banca e as energias renováveis são os sectores onde os
empresários portugueses estão mais activos em Espanha. E isso
reflecte-se no trabalho dos advogados. A integração económica no
mercado ibérico é cada vez maior e é neste contexto que a
Simmons & Simmons, uma das maiores sociedades britânicas,
desempenha um papel crucial. A estratégia é clara e acaba por
beneficiar a Simmons & Simmons Rebelo de Sousa - a ‘partner’
portuguesa da sociedade inglesa: “Vai trazer valor acrescentado
ao relacionamento entre Portugal e Espanha”, diz Pedro Rebelo de
Sousa.
Em Portugal desde 1992 e em Espanha desde 2000, a sociedade
inglesa comemorou na passada semana o primeiro aniversário da
fusão com a sociedade espanhola Mochales & Palacios.
“A Espanha é um mercado enorme, e muitas empresas espanholas
entraram nos mercados internacionais nos últimos anos”,
justifica Richard Armitage, sócio director da Simmons&Simmons
Mochales e Palacios. Na mesma linha, Nuno Prata, sócio português
nos escritórios de Madrid, destaca a “diversificação na economia
espanhola” e a força de sectores como a banca e as
telecomunicações.
Um ano depois da fusão, e com uma equipa de 30 advogados no
escritório de Madrid, é na litigância, ‘corporate’, comercial,
comunicação social e mercados financeiros que a sociedade tem
maior notoriedade. Resultados extensíveis ao escritório de
Lisboa: “Hoje o sucesso de Madrid repercute-se no sucesso de
Lisboa”, garante Nuno Prata. “As equipas estão muito próximas e
há uma coordenação muito forte”, acrescenta.
Apesar do espectro da crise económica, Espanha continua a ser um
mercado atraente e há muitas empresas portuguesas atentas à
realidade espanhola.
“Estamos a trabalhar com clientes portugueses, nomeadamente em
investimentos em centrais fotovoltaicas”, realça o sócio
director da Simmons & Simmons em Espanha, Richard Armitage.
As nuvens negras pairam sobre a economia espanhola mas a
sociedade está hoje muito “mais forte na litigância e
reestruturações”, áreas que podem ganhar importância com a
incerteza nos mercados financeiros.
Por isso os advogados da Simmons (em Portugal, tal como em
Espanha) acreditam que a estratégia de crescimento é para
continuar, formando uma equipa de 50-60 advogados em Madrid.
Escritório
português tem 80 advogados
Presente em Portugal desde 1992, a Simmons & Simmons Rebelo de
Sousa tem vindo “a crescer sustentadamente, não só em facturação
mas também em número de advogados”, constata Nuno Prata, sócio
da sociedade em Madrid. Com escritórios em Lisboa, Funchal e
Porto (em associação) a Simmons & Simmons Rebelo de Sousa conta
com uma estrutura de 80 juristas e consolidou-se como uma das
maiores e mais reputadas sociedades internacionais em Portugal,
com especialistas em todas as áreas do direito. Nuno Prata
salienta o direito da energia, concorrência e financeiro como
áreas “em grande crescimento”, enquanto o direito farmacêutico e
do ambiente “assumem cada vez maior importância” no escritório.
Securitizações e titularizações das carteiras hipotecárias são
áreas onde Nuno Prata reconhece ter havido um decréscimo da
actividade, “um fenómeno que não é exclusivamente português”,
mas global.
Abreu e
Euronext em debate sobre o Mercado de Capitais
A Abreu Advogados organiza nos dias 10 de Abril e 8 de Maio dois
debates sobre “o Mercado de Capitais como Alternativa de
Financiamento”, que contarão com a colaboração da NYSE Euronext
Lisbon e da Interbolsa. As sessões serão iniciadas com uma
intervenção de Paulo Teixeira Pinto (na foto), Consultor da
Abreu Advogados.
Fusão em
“tempo recorde”
Em Madrid, a pontualidade foi britânica. Sete e meia da tarde e
chegavam à Real Academia de Bellas Artes de San Fernando os
convidados para a celebração do primeiro aniversário da
Simmons&Simmons Mochales & Palacios. Uma comitiva onde se
misturavam homens de negócios e advogados dos escritórios de
Madrid, Londres e Lisboa. Muitos do escritório lisboeta, numa
demonstração da proximidade ibérica.
Uns metros à frente, na cosmopolita calle Alcalá, o ambiente era
de contestação. Em frente ao ministério da Educação
aglomeravam-se milhares de espanhóis que lançavam palavras de
ordem contra o centralismo das políticas educativas do Governo
de Zapatero. Gritos silenciados pela arcada da Academia, guarda
de obras de mestres como Goya, Zurbarán e Ribera. Dentro da
Academia, as primeiras conversas foram suspensas. O coktail
vinha logo a seguir e com ele os discursos onde David Dickinson,
‘senior partner’ da Simmons & Simmons, marcou o tom,
congratulando todos os intervenientes de uma fusão concretizada
“em tempo recorde”. O tempo era de celebração, mas as reuniões
seguiram noite dentro, reforçando os laços ibéricos.
Crescimento
recorde no ano passado
Tal como em Lisboa, a Simmons & Simmons foi uma das primeiras
sociedades de advogados britânicas a estabelecer-se em Madrid.
Na capital espanhola desde 2000, a Simmons & Simmons cresceu em
Março de 2007, através da fusão com a sociedade espanhola
Mochales & Palacios. Estava celebrado aquele que, para o sócio
da Simmons em Madrid, Nuno Prata, se veio a revelar “um
casamento feliz”. A capacidade de resposta da sociedade
aumentou, oferecendo um serviço internacional aos clientes
espanhóis, e uma perspectiva local aos clientes internacionais.
Direito da energia, regulatório, contencioso, media e
telecomunicações são algumas das áreas onde a Simmons & Simmons
Mochales & Palacios está mais bem colocada no mercado espanhol,
especialmente depois da fusão. A equipa da Simmons & Simmons
Mochales & Palacios conta com cerca de 30 advogados e é certo
que a estrutura continue a crescer.
Miranda e
Fundação do Gil assinam protocolo
A Miranda e a Fundação do Gil celebraram esta semana um
protocolo para a prestação de serviços jurídicos, por parte da
Miranda Correia Amendoeira (Rui Amendoeira, um dos sócios, na
foto), em regime de voluntariado. A sociedade compromete-se a
dar apoio jurídico à Fundação do Gil em todos os projectos que
esta entidade desenvolva em 2008.
Rebelo de
Sousa apoia aulas sobre Técnicas de Negociação
A Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo
(Brasil), em parceria com LexDebata-Seminários Jurídicos,
organizam o programa sobre Técnicas de Negociação para
Advogados, que decorre esta semana em Lisboa. O projecto tem o
apoio de Pedro Rebelo de Sousa, que fez o MBA na Universidade
Getúlio Vargas de São Paulo.
04 de Abril de
2008
Novo regime
jurídico do treinador em discussão
Alfredo Castanheira Neves, coordenador do departamento de
Direito Desportivo da José Pedro Aguiar Branco irá estar hoje no
programa “Lugar Cativo” do Rádio Clube Português, onde comentará
o novo regime jurídico da actividade de treinador. Entre outros
aspectos, Castanheira Neves irá analisar o impacto do
regulamento nas diferentes modalidades.
“Bastonário
demonizou as sociedades”
“Marinho Pinto demonizou as sociedades de advogados,
parcialmente por ignorância da realidade, parcialmente por
eleitoralismo”. Luís Sáragga é sócio-fundador da maior sociedade
de advogados do país, a PLMJ, que vive um momento de viragem.
Comemora 40 anos de existência e está prestes a apresentar uma
remodelação de fundo. Sobre o bastonário que elegeu os grandes
escritórios como uma espécie de alvo a abater, Sáragga tem um
certeza: “Emendará a visão errada das sociedades de advogados”
até porque o “país precisa das sociedades de advogados”. Após um
início de ano atribulado, com a saída de quatro sócios de
capital (Dulce Franco, Gabriela RodriguesMartins, Diogo Leite
Campos e Maria José Verde) e dois sócios de indústria (José
Jácome e Vítor Neves), o escritório passou por um momento de
transição, “talvez uma crise de adolescência”, diz Sáragga Leal.
Mas o problema está ultrapassado, garante, e o seu regresso,
para “uma função de transição”, foi a para responder aos
restantes sócios: “Senti que vêem em mim um unificador, que ao
longo de 40 anos vivi bastante mais PLMJ do que qualquer um
deles”.
As melhorias já se fazem sentir, “há um dinamismo, novos pólos
de afirmação, apareceram pessoas que estavammais ofuscadas”,
revela o sócio. Mas Sáragga Leal não esconde que “embora haja na
sociedade uma preocupação constante de inovar, às vezes essa
preocupação não é tão evidente”. O sócio vai mais longe: “Sempre
fomos muito pioneiros e lideres, e muitas vezes fomo-nos
habituando, aburguesando um pouco a essa situação e não há nada
pior”, assume o fundador, que agora quer relançar o escritório.
Mas o futuro é o resultado de uma longa história. Recuando ao
final dos anos 60 e ainda no 4º ano do curso de Direito, Sáragga
Leal começou a trabalhar com António Maria Pereira, que lhe
ofereceu sociedade no ano seguinte. Mais tarde, juntou- se
Francisco de Oliveira Martins e, depois, José Miguel Júdice, que
tinha já conhecido António Maria Pereira na prisão em Caxias. E
assim se constitui a sociedade que soprou recentemente quarenta
velas. Uma oportunidade “de celebrar a sociedade ainda com os
fundadores vivos”, sublinha Sáragga Leal, justificando a decisão
de, emvez de dar uma festa, oferecer uma obra à cidade de
Lisboa. Ontem é inaugurada a escultura do artista Rui Chafres,
colocada em frente à sede do escritório, na Avenida da
Liberdade.
Os quatro
fundadores que dão nome à PLMJ
António Maria Pereira licenciou-se em Direito em 1948. Foi
deputado pelo PSDentre 1987 e 1995. É o único fundador da PLMJ
que já não está no activo.
Luís Sáragga Leal é formado em Direito desde 1968, altura em que
ajudou a fundar a sociedade. Ainda na faculdade foi convidado
porAntónio Maria Pereira.
Francisco de Oliveira Martins licenciou-se em1968 e faz parte
dos quatro advogados que dão nome à sociedade. É especialista em
Fusões e Aquisições.
José Miguel Júdice foi Bastonário da Ordem dos Advogados entre
2001-2004. Licenciou-se em1972, altura em que ficou como
assistente em Coimbra.
Portugueses
marcam presença em encontro internacional
A José Maria Calheiros e Associados vai marcar presença no
encontro anual da JCA International – uma das redes de
sociedades de advogados com maior cobertura Europeia – em
Istambul dias 4 e 5 de Abril. José Maria Calheiros destaca a
relevância emestar nesta rede para “assegurar aos clientes o
melhor acompanhamento jurídico a nível internacional”.
ABBC vence
torneio Allstars Advogados a dois jogos do fim
A ABBC sagrou-se campeã do Torneio Allstars Advogados 07/08 e
venceu a Taça da Liga de Advogados. O Torneio Allstars Advogados
decorre durante setemeses e reuniu, pelo terceiro ano
consecutivo, dezoito sociedades de advogados de Lisboa. Na
edição deste a ABBC venceu todos os jogos e é já campeã ,
quandoainda faltam duas jornadas.
Crime
económico dá mais trabalho aos advogados
A actividade mais intensa das entidades reguladoras, como o
Banco de Portugal, CMVM, a Autoridade da Concorrência ou a
administração fiscal, está a contribuir para um crescimento
dosdepartamentosdedireito penal económico nas sociedades de
advogados. Uma tendência confirmada por diversas sociedades que
notam a crescente procura dos clientes para a resolução de
problemas que caem no domínio do direito penal económico.
Frederico Gonçalves Pereira, da Vieira de Almeida, lembra que a
“actividade de perseguição destas entidades públicas não existia
há seis anos”. O advogado destaca que “a inclusão de matérias
criminais surge muito por via da administração fiscal, cujo
empenhona detecçãode ilícitos está muito mais afinado”.
JoséLoboMoutinho,daSérvulo & Associados salienta outro aspecto,
“há um crescimento da atenção do público emgeral” para estas
questões, o que faz comque “as entidades públicas absorvam essas
preocupações e actuem”. Mas não são só as entidade reguladoras,
também o Ministério Público e a Polícia Judiciária agem com mais
empenho na investigação dos chamados “crimes de
colarinhobranco”.
Crimes que ganham dimensão emerecem mais atenção porque se
assiste “a umfenómeno de legislação penal extravagante. Em
variadíssimos sectores da economia têm sido criminalizados cada
vez mais comportamentos”, afirma João Medeiros, da PLMJ. Para o
advogado, “hoje em dia dificilmente um empresário ou uma
estrutura empresarial passará sem, mais tarde ou mais cedo, ser
arguidonumprocessocrime”. Na verdade, esta constatação já teve
impacto.Umdos
processos mais emblemáticos do momento, a Operação Furacão, está
a investigarmais de 200pessoas entre empresas, bancos,
sociedades de advogados, empresas de construção e editoras.
Neste processo estão em causa suspeitas de crimes de índole
económica, financeira e fiscal. Paulo Sá e Cunha da GPCB, não
tem úvidas que “hoje é mais efectiva a perseguição do
branqueamento de capitais e da corrupção e do financiamento
ilícito de partidos políticos”, temas que garante, “dão mais
trabalho a estesdepartamentos”. LoboMoutinho refere
tambémoalargamentodas contra- ordenações em vários domíniosda
actividade económica, nomeadamente na banca ou as infracções
tributárias, “questões que caem no domínio do direito penal”,
diz o advogado da Sérvulo, que acrescenta a intensificação da
actividade da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica
(ASAE): “hoje funciona de forma mais proactiva
e isso acaba por afectar as empresas”. Fernando Negrão, que
recentemente suspendeu a sua actividade enquanto advogado para
presidir à Comissão de Inquérito Parlamentar instaurada no
âmbito do caso BCP, lembra que este fenómeno prova que “está a
crescer a advocacia preventiva”. “Perante a actuação da
administração, sobretudo em matéria fiscal, os clientes pedem ao
advogado um aconselhamento”, para saberem se estão a agir de
forma correcta. Oadvogado integrou já este ano a equ ipa da
Albuquerque & Associados, para se dedicar a estasmatérias. Por
último, todos os advogados ouvidos pelo Diário Económico lembram
que a entrada do novo Código de Processo Penal alargou a
responsabilidade penal das pessoas colectivas a vários crimes,
uma alteração que vai, certamente, começar a ter efeitos em
breve.
Abreu
contrata associada para reforçar relações com Angola
A Abreu Advogados contratou EleonoraHenriques para reforçar a
Área de Prática de Direito Comercial e o ‘African Desk’ da
sociedade onde CarmoSousa Machado é uma das sócias. Eleonora
esteve emAngola na Empresa de Consultoria Sinfic S.A., sendo
responsável pela assessoria jurídica a empresas bemcomo a órgãos
do Governo de Angola.
Escritórios
de Shangai e Barcelona em negócio da Fersa
A Garrigues, através dos escritórios de Barcelona e Shangai,
prestou consultoria à Fersa Energias Renovables, na seu primeiro
investimento em energia eólica na China. Um projecto de 48
milhões de euros coordenado em Shangai pelo ‘partner’ Francisco
Soler e, em Barcelona, pelos ‘partners’ Miguel Acosta e Albert
Collado.
26 de Março de
2008
PLMJ
comemora 40 anos e oferece uma escultura a Lisboa
No âmbito da comemoração dos 40 anos da PLMJ , ao longo de 2007,
a Fundação PLMJ encomendou uma obra ao artista Rui Chafes. A
escultura já foi colocada na Av. da Liberdade, em frente
edifício do
escritório. A cerimónia oficial da entrega da obra à cidade de
Lisboa será na próxima terça-feira.
Código dos
Contratos Públicos em debate na Simmons
O novo código dos Contratos Públicos é o tema de uma conferência
promovida pela Simmons & Simmons Rebelo de Sousa que se realiza
nos ias 27 de Março e 1 de Abril no auditório da sociedade.
Em debate estarão as novidades na escolha dos procedimentos de
formação de contratos de empreitada de obras públicas.
Morais
Leitão foi considerada sociedade do ano
A sociedade de advogadosMorais Leitão, Galvão Teles, Soares da
Silva & Associados foi pelo terceiro ano consecutivo reconhecida
como prémio “Law Firm of the Year” em Portugal, atribuído pela
revista internacional IFLR - nternational Financial Law Review.
Os prémios foram entregues numa cerimónia em Londres.
Uría
Menéndez considerada a melhor sociedade em Espanha
A Uría Menéndez recebeu o prémio europeu IFLR 2008 como melhor
sociedade de advogados emEspanha em 2007 (Best Spanish Law Firm
of the Year). A prestigiada publicação jurídica britânica
“International Financial Law Review”, da editora Euromoney,
atribuiu esta distinção à sociedades de advogados espanhola pela
quarta vez.
Cardigos dos
Reis vai sair da ABBC
Pedro Cardigos dos Reis está de saída da sociedade de advogados
ABBC, da qual foi sócio fundador Setembro de 2007. A Azevedo
Neves, BenjamimMendes, Bessa Monteiro, Cardigos & Associados
deixa assim de contar com o nome de Cardigos dos Reis, que em
Junho deverá deixar de trabalhar no escritório que ajudou a
fundar, depois da cisão da Abreu, Cardigos, no ano passado. Ao
que o Diário Económico apurou, a saída do sócio foi motivada por
divergências internas, relacionadas com a avaliação de sócios do
escritório. A posição assumida por PedroCardigos terá merecido a
oposição dos outros responsáveis pela sociedade. No entanto, nem
todos confirmam esta versão dos acontecimentos. Uma fonte ligada
a este processo, garante que a saída acontece de uma forma
tranquila e desmente que esteja relacionado com qualquer
episódio sobre a avaliação. A mesma fonte garante que a saída
traduz a opção por projectos diferentes.
Ao Diário Económico, os protagonistas não quiseram comentar esta
notícia. Fonte oficial da ABBC, confirma que a saída não é para
já, mas que deverá acontecer apenas dentro de três meses.
Contactado pelo Diário Económico Pedro Cardigos dos Reis lembrou
apenas que, desde que assumiu a presidência da Associação das
Sociedades de Advogados de Portugal (ASAP), deixou de falar
sobre qualquer aspecto relacionado coma sua actividade
profissional, nomeadamente sobre os escritórios de advogados nos
quais trabalha. A saída do advogado especialista em direito
financeiro, bancário e comercial não deverá, por enquanto,
arrastar clientes. Certa é a saída de, pelo menos, um dos
colaboradores mais próximos de Cardigos dos Reis.
O advogado esteve na origem da criação da ABBC, que resultou da
associação, em 2007 da ANBM (Azevedo Neves, Benjamim Mendes &
Associados) com um grupo de 14 advogados provenientes da já
extinta sociedade Abreu, Cardigos&Associados. Em 2007 a cisão da
sociedade Abreu, Cardigos levou à saída do então sócio fundador,
Pedro Cardigos, e do sócio César Bessa Monteiro.Mais tarde estes
dois sócios juntamente com outros 12 advogados juntaram-se a
Azevedo Neves e Benjamim Mendes e Luís Filipe Carvalho, entre
outros, dando origemà ABBC, comcerca de 40 advogados. Desde que
foi criada a ABBC sofre agora a sua primeira grande baixa.
Nasceu em
2007 mas já sofreu a primeira baixa
A sociedade de advogados ABBC resultou da união da ANBM (Azevedo
Neves, Benjamim Mendes & Associados) comumgrupo de 14 advogados
que saíram da Abreu, Cardigos & Associados, (agora Abreu
Advogados). Da cisão da Abreu, Cardigos, em2007, saiu o sócio
fundador Pedro Cardigos, o sócio César Bessa Monteiro e
CarlaMartins Branco. Menos de um ano depois da apresentação da
nova sede, a ABBC sofre uma baixa, de um dos sócios que dá nome
à sociedade: Pedro Cardigos dos Reis.
19 de Março de
2008
Garrigues e
universidade mexicana integram estagiários
A Garrigues, sociedade de advogados e a universidade mexicana,
Instituto Tecnológico deMonterrey, assinaram um protocolo
estratégico que visa a formação jurídico-prática de licenciados
emDireito. O protocolo visa a integração os estagiários no mundo
empresarial emtodo o espaço iberoamericano, nomeadamente em
Portugal.
Simmons
reforça equipa de gestão e comunicação
Na sequência da reestruturação da equipa de gestão, a Simmons &
Simmons Rebelo de Sousa (liderada por Pedro Rebelo de Sousa)
admitiu duas novas colaboradoras que irão integrar o
Departamento de Recursos Humanos e o Departamento de Comunicação
- Catarina Coutinho e Cristina Oliveira e Costa.
Advogados
portugueses colaboram no livro da Eurojuris
João de Castro Baptista e Paulo Cutileiro Correia, da José Pedro
Aguiar-Branco & Associados (que temAguiar Branco como sócio, na
foto) participaramno livro “Howto Expand your Business in Europe
– Opportunities, risks and itfalls”. O livro resulta de vários
contributos de advogados que estiveram reunidos no Business
Group da EUROJURIS, em Bruxelas.
Nuno Guedes
Vaz distinguido pela Ordem dos Advogados
A Ordem dos Advogados atribuiu a Nuno Guedes Vaz, sócio da
PLMJ da área laboral, o título de Advogado Especialista em
Direito do Trabalho. O advogado está na PLMJ desde 2002.
Anteriormente foi director-adjunto do Departamento de Assuntos
Jurídicos e Sócio-Laborais da Confederação da Indústria
Portuguesa.
Direito
público agita mercado
O mercado de direito público vive dias agitados na advocacia.
Algumas das principais sociedades do país mudaramou estão em
vias de mudar de equipas. Confirmada está a saída de cinco
advogados da Sérvulo para a Uría Menéndez, que, por sua vez,
perdeu cinco advogados para a Serra Lopes, Cortes Martins. A
esta recente movimentação unta-se a destituição de Luís Fábrica
de sócio da Garrigues Portugal . Nos próximos anos, Portugal
estará envolvido em grandes projectos de obras públicas.Onovo
aeroporto internacional e a linha de alta velocidade já estão
confirmados, mas as grandes infra-estruturas estatais não
deverão ficar por aqui. Projectos que vão trazer muito trabalho
para os especialistas em direito público. Expropriações e
concessões de espaços públicos a entidades privadassão apenas
dois exemplos de questões jurídicas, entre o poder político e
entidades privadas, muito frequentes quando estão em marcha
grandes obras públicas.
Com este investimentos em pano de fundo, a dança de cadeiras
pode não ficar por aqui. Ao que o Diário Económico apurou,
Bernardo Ayala e outros cinco advogados abandonaram a Sérvulo, e
estão prestes a integrar a equipa da Uría Menéndez. Apesar desta
saída, a Sérvulo Correia mantém uma estrutura “pesada” na área
de direito público, com sete sócios, e mais de 20 advogados. Uma
equipa que faz desta sociedade portuguesa a firma europeia com
maior número de especialistas em direito público. Duarte Garín,
sócio da Uría Menéndez, considera prematuro anunciar quem vai
integrar a sociedade. No entanto, o sócio da sociedade com sede
em Madrid, confirma a saída de cincos advogados, incluindo
Cláudio Monteiro para a Serra Lopes. “Estas situações acontecem
quando deixa de haver uma coincidência entre o advogado e o
projecto da firma”, explicou Garín, que avançou ainda que “há
bastante tempo que pensávamos reforçar o departamento de direito
público”. Cortes Martins, sócio da Serra Lopes, diz que o
reforço desta área faz parte de um “objectivo estratégico” dado
que o direito público “é um mercado muito importante para
Portugal”.
Daí que não seja de estranhar que Portugal tenha, em toda a
União Europeia, a maior sociedade de direito público: a Sérvulo.
Dança de
cadeiras em três sociedades de advogados
A Serra Lopes, Cortes Martins há muito tempo tinha identificado
a necessidade de ganhar competências na área de direito público.
Tivemos conhecimento que o Dr. Cláudio Monteiro estava de saída
da Uría e falámos com ele”.
A Sérvulo perdeu um dos seus especialistas em direito público.
Bernardo Ayala e mais um grupo de cinco advogados deixam a maior
sociedade de direito público da Europa para integrarema equipa
de Lisboa da Uría Menéndez.
“A saída dos cinco advogados aconteceu sem qualquer dramatismo.
O que quer que a Uría venha a fazer não é o resultado da saída
dos advogados; já há bastante tempo que pensávamos reforçar a
equipa nesta área de direito público”.
Luís Fábrica
deixa de ser sócio da Garrigues
Dificuldades emconciliar funções de sócio da Garrigues, coma
direcção da Faculdade de Direito de Lisboa da Católica é a razão
apontada por Luís Fábrica para passar de sócio a consultor de
uma das maiores sociedades de advogados ibéricas. Ao Diário
Económico, o especialista em direito público disse ser “mais
prudente e sensato deixar de acumular duas funções”. Fábrica
confirma que se mantémna sociedade e é comalívio que abandona as
funções de “organização, direcção e contacto permanente com
clientes”.
12 de Março de
2008
Português na
conferência internacional sobre desporto
O advogado português Luís Cassiano Neves, responsável pelo
grupo de Direito do Desporto, da Miranda, Correia Amendoeira,
esteve na 1ª Conferência Internacional “Desporto: Conflito e
Mediação”. O evento, foi organizado pelo Centro de Estudos do
Conflito, no Algarve. O advogado português foi orador no painel
sobre ética desporto.
Gonçalves
Pereira, Castelo Branco tem três novos sócios
Teresa Simões, António Rocha Mendes e Paulo Sá e Cunha são
os mais recentes sócios da Gonçalves Pereira, Castelo Branco. Os
três advogados da sociedade foramdesignados sócios na passada
semana. Sá e Cunha assume a liderança do Departamento Penal
Económico. Rocha Mendes é membro do Departamento Fiscal no
escritório de Londres.
05 de Março de
2008
Miranda
contratou 30 novos advogados
Num processo inédito no mercado português, a Miranda Correia
Amendoeira & Associados concluiu o recrutamento de 30 novos
advogados associados. A
sociedade passa a contar com uma equipa de 150 advogados e viu
reforçada a sua capacidade de resposta nas áreas do Direito
Societário, Laboral, Imobiliário, Regulatório e Fiscal. “Não
creio que haja algum escritório que tenha recrutado, ou tentado
recrutar, de uma única assentada e num período de quatro meses,
30 advogados”, afirma Rui Amendoeira, sócio executivo da Miranda
Correia Amendoeira, em entrevista ao Diário Económico. Rui
Amendoeira acredita que este é “o maior crescimento feito de uma
só vez” por uma firma portuguesa, através de um processo de
recrutamento “amplo e integrado, que mostrou ao mercado algo
diferente daquilo que os escritório normalmente fazem”.
Respondendo às “exigências dos clientes” e ao “aumento da
actividade” em Portugal e nos países onde tem escritórios
associados, a Miranda afastou-se dos métodos tradicionais e
lançou uma “oferta pública de recrutamento” ao mercado, para
áreas onde a complexidade legislativa é cada vez maior. “A
complexidade é crescente, o afunilamento é maior e é necessário
encontrar pessoas com competências adequadas. Esse é o grande
desafio. Porque encontrar advogados sem especialização é fácil,
mas encontrar bons advogados é muito difícil”, reconhece Rui
Amendoeira, sócio fundador da sociedade. Depois de receber 700
currículos e ter realizado 150 entrevistas, a sociedade
incorporou
30 advogados, maioritariamente provenientes de outros
escritórios, num processo de recrutamento que Rui Amendoeira
considera ter “atingido os objectivos”.
No entanto, a expansão da Miranda não terminou por aqui. Para
além do “crescimento orgânico”, há uma estratégia de
“crescimento lateral” que passa pela incorporação de grupos de
advogados e escritórios de menor dimensão. Aideia é acrescentar
competências, conhecimentos e clientes à sociedade. “Estamos
permanentemente atentos às oportunidades do mercado e,
nascondições certas, gostaríamos de integrar grupos de advogados
ou outros escritórios
na nossa organização”, revela Rui Amendoeira.
A Miranda quer crescer mais no mercado português, mas o advogado
reconhece as dificuldades: “É um mercado onde não há muitas
oportunidades”. Mas não é só. A escassez de capital humano
adensa as dificuldades.
“O maior constrangimento ao nosso crescimento, nestemomento, é a
falta de advogados em número suficiente para responder às
necessidades dos nossos clientes”, conclui o advogado. Isto
apesar do número de advogados inscritos na Ordem ser um dos mais
elevados de sempre: perto de 26 mil.
VdA nomeada
para prémio nos EUA por assessoria à Brisa
A Vieira de Almeida está nomeada para amelhor transacção
em“Project finance deal of the year:NorthwestParkway”, prémio
cujo vencedor será anunciado dia 3 deAbril no “IFLR annual
Americas Awards dinner” em Nova Yorque. A VdA prestou assessoria
à Brisa no âmbito da operação de aquisição da concessionária que
explora uma auto-estrada em Denver, EUA.
27 de Fevereiro de
2008
Miranda
atribui prémio ao melhor aluno dos PALOP
A Miranda atribui este ano o “Prémio de Excelência Miranda
Correia Amendoeira & Associados”, a Judite Isabel Gamito,
natural de Moçambique. Este prémio visa distinguir anualmente
omelhor aluno originário dos PALOP que esteja a frequentar o
último ano do Curso de Direito na Católica. A entrega do prémio
é hoje na Universidade Católica.
José Maria
Calheiros assessora grupo espanhol Casa Amiga
A José Maria Calheiros e Associados está a assessorar o
grupo espanhol “Casa Amiga Promociones Inmobiliarias y
Urbanismo” no processo de reestruturação jurídica das suas
sociedades emPortugal. O grupo actua em Portugal na area
Imobiliária e do Turismo, sobretudo no Algarve, onde está a
implementar o empreendimento de luxo, Palmeiras Resort.
Jorge Ponce
de Leão representa PLMJ
Jorge Ponce de Leão (na foto) será o representante da PLMJ
no In House Lawyers. Organizado pela revista Iberian Lawyer, o
encontro terá lugar no próximo dia 28 de Fevereiro na
Universidade Católica Portuguesa. Jorge Ponce de Leão, consultor
da PLMJ para as áreas de Business Law, já chefiou os gabinetes
jurídicos da Jerónimo Martins e da RTP.
JPAB no
International Business Group em Bruxelas
A José Pedro Aguiar-Branco & Associados (JPAB) marcou
presença no encontro da International Business Group da
Eurojuris - a líder entre as redes europeias de sociedades de
advogados - realizado em Bruxelas nos dias 21 e 22 de Fevereiro.
João de Castro Baptista e Paulo Cutileiro Correia foram os
representantes da JPAB no encontro.
20 de Fevereiro de
2008
Equipa de
Nuno Ruiz entre as 100 melhores
A equipa de Direito da Concorrência da Vieira da Almeida,
liderada por Nuno Ruiz (na foto) está incluídas na lista dos 100
melhores advogados e sociedades de advogados pela Global
Competion Review, uma publicação da Who’s Who
específica para a área. O artigo refere a sociedade com uma das
maiores em Portugal.
13 de Fevereiro de
2008
Rui Pena e
Arnaut aposta no mercado
O empréstimo obrigacionista de 1, 1 milhões de euros que a
Refer lançou nas principais praças financeiras da Europa, em
2006, marcou um novo capítulo no mercado português: foi a
primeira emissão de dívida privada feita ao abrigo da lei
portuguesa. Mas marcou também um novo capítulo para os advogados
portugueses, que têm agora outras oportunidades de negócios para
explorar. FranciscoXavier deAlmeida e Patrick Dewerbe, na altura
advogados da Linklaters, foram os responsáveis pela assessoria
jurídica da operação - estiveram também envolvidos na
estruturação do financiamento da OPA da Sonae à PT, ao lado do
Santander, La Caixa e BPN, e na aquisição da Galp por parte do
Grupo Amorim. Hoje integram a Rui Pena, Arnaut & Associados, que
“não poderia deixar de estar numa posição de liderança no
direito financeiro e bancário”, explica José Luis Arnaut. A
escassa profundidade do mercado em Portugal para uma sociedade
de advogados se dedicar exclusivamente ao direito público “foi a
razão para a incorporação destes novos sócios”, (também António
Payan Martins, António Andrade de Matos). Isto porque, apesar de
eminentemente sectorial, a RPA quer apostar também no direito
bancário, financeiro, mercado de capitais e fiscal para
conseguir crescer. “Há também no mercado financeiro novas
oportunidades.
Criaram-se hoje em dia, coma abertura aomercado obrigacionista,
novos serviços e negócios”, diz Arnaut. Ou seja, novas
oportunidades para os advogados portugueses que passam a estar
directamente envolvidos na preparação da emissão de dívida, seja
por parte do banco que está a originar essas obrigações, dos
bancos que vão fazer a emissão, dos bancos colocadores no
mercado ou mesmo das agências de ‘rating’. Energia e propriedade
industrial são apostas Com56 advogados a sociedadeliderada por
Rui Pena quer alargar as competências no direito público e
continuar na frente na área da energia. “Das eólicas, à
biomassa, fotovoltaica ou aenergia das ondas, temos uma
legislação muito completa e que cria umconjunto de oportunidades
muito seguras para quem quer trabalhar nesse mercado”, afirma
Arnaut. E o que têm marcas como LouisVuitton, Givenchy, Lacroix,
Christian Dior, Montblanc ou L’Oreal a ver com energia, mercado
financeiro ou de capitais? São representadas pela RPA. Um nicho
de mercado com necessidades específicas. “Quando as grandes
marcas vêm para Portugal exigem uma protecção adequada. HHoje em
dia, as campanhas publicitárias são feitas a nível mundial Todas
as questões têmde ser analisadas, desde a mais pequena
publicidade à introdução do próprio produto emsi. E depois á o
problema de Portugal ter uma grande exposição”, lembra o
especialista em propriedade industrial. Até porque, “temos de
reconhecer que Portugal é uma porta de entrada de produtos
contrafeitos na Europa. E isso obriga as empresas mais
relevantes a nível europeu a terem uma atenção redobrada”,
sustenta. Ainda assim, “hoje em dia a advocacia faz-se muito por
projectos, no sentido, de grandes obras públicas, grandes
projectos financeiros e de investimento”. Razão pela qual
integraramos ex-Linklaters.
Miranda assina protocolo com Universidade de Lisboa
A Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e a Miranda
celebraramumprotocolo de cooperação como objectivo de integrar
no escritório dois recém-licenciados que tenham participado em
programas internacionais de intercâmbio. Este protocolo
estabelece ainda o acolhimento de estudantes estrangeiros
emestágios de Verão.
F.CasteloBranco representa consórcio do Túnel do Marquês
A F. Castelo Branco &Associados representou o consórcio
Construtora do Tâmega, S.A. / CME – Construção e Manutenção
Electromecânica, S.A., no processo que opôs as duas empresas à
Câmara de Lisboa, na construção do Túnel do Marquês. Emcausa
estiveramos custos suportados pelas construtoras e que levarama
CML a ser condenada.
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